terça-feira, 26 de novembro de 2013

Histórias de bar- Uma volta por Salvador, parte 3.

Chegamos e não tem nenhum bar aberto, há tempos que o objetivo não é mais levar Pedro até em casa e sim tomar uma cerveja. Procuramos e nada, não tem ninguém na rua. Os vigilantes todos dormem em suas guaritas e na rua passa um carro de vez em quando.

Tomamos a cerveja, conversamos mais um tanto e depois do preço da cerveja, resolvemos finalmente levar Pedro. Paramos em um posto de gasolina BR. A cena é a seguinte: pessoas se enroscando umas nas outras, num som ensurdecedor tocando qualquer pagode


Resolvemos ir no bar que fica no fim de linha cujo nome não me recordo. Na porta tem um senhor dizendo que o bar já esta fechado e que não vai entrar ninguém e nós imploramos por uma cerveja até descobrirmos que um dos nossos amigos é primo de uma das donas do bar! Coisa boa! O bar fica no fim de linha da praia do Flamengo ele faz parte de uma pousada é ventilado. Uma porta de correr de vidro na entrada do bar. Não é boteco, é mais alto nível tem uns pufes e mesas com toalha. No fundo tem um balcão de buffet e a cozinha que da pra ver através de uma janelinha. Tomamos a cerveja, conversamos mais um tanto e depois do preço da cerveja, resolvemos finalmente levar Pedro. Paramos em um posto de gasolina BR. A cena é a seguinte: pessoas se enroscando umas nas outras, num som ensurdecedor tocando qualquer pagode.

Passamos direito e fomos a loja de conveniência que está fechada por que na porta tem bem grande e claro. “PROIBIDO SOM”. Desgostosos com a falta de consideração do público os funcionários fecharam a loja. Fomos pra outro posto também BR, vazio e caro. Compramos uma caixa de cerveja e a noite terminou deitado num banco de praça na praia do flamengo com todos cansados e tontos.

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