Sempre chegam os agregados à mesa, pessoas que eu conheço de longas datas, ou até mesmo das noites em Salvador e sentam, se servem de cerveja, nos servem de cerveja, energéticos, vinhos ou qualquer mistura alcoólica e quase sempre fatal. Conversa vai, conversa vem e mais gente se senta à mesa outras saem pra casa. O transporte na cidade, é como diz Gerônimo em uma de suas músicas “Depois das 22:30, é tão difícil o transporte em Salvador”, aí uma grande parte de pessoas que precisam dormir em casa sobram na rua. A solução é arrumar alguma coisa pra fazer até umas cinco e meia da manhã ou ir pra casa até no máximo às onze da noite. Nesse dia, ainda bem, eu estava de carro.
O nível de ebriedade, mais uma vez, permitiu que a chuva não incomodasse e continuamos pedindo cerveja e conversando trivialidades
Começou a chover e as pessoas que estavam sentadas na praça entraram nos bares que lhes serviam, a gente ta sentado com a com a galera no Santa Maria, Pinta e Nina, conhecido bar do largo. Não saímos. O nível de ebriedade, mais uma vez, permitiu que a chuva não incomodasse e continuamos pedindo cerveja e conversando trivialidades. A chuva cai, a chuva para, e estamos lá sentados.
Vamos pra Praia do Flamengo, terra de ninguém ótimo pra fazer coisas ilícitas, mas o objetivo não é esse.
Vamos pra Praia do Flamengo, terra de ninguém ótimo pra fazer coisas ilícitas, mas o objetivo não é esse. Tenho de levar um dos amigos em casa e como moro pras bandas de lá, resolvi fazer esse agrado ao meu amigo. Eis que no meio do caminho surge uma blitz, ali na altura do antigo colégio Tereza de Lisieux. Todos jogam os cigarros fora e saltam três pessoas do carro um pouco antes do carro na nossa frente ser convidado a entrar pra ser vistoriado. Enfim sem IPVA pago, todos extremamente alcoolizados, ainda bem que não fomos pegos. Agora é esperar o pessoal do “cooper” chegar até a gente que paramos após a curva. Todos são e salvos a odisséia até a longínqua praia do flamengo continua.
Continua...
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